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Voluntária de escola da zona rural de Guaraí alfabetiza alunos oferecendo aulas de reforço


Foto: Divulgação/Prefeitura de Guaraí - Em 2017, após a conclusão dos estudos das filhas, Dulce procurou a Escola Municipal Euclides da Cunha, situada na comunidade Beira do Rio e se ofereceu para ajudar.
Foto: Divulgação/Prefeitura de Guaraí - Em 2017, após a conclusão dos estudos das filhas, Dulce procurou a Escola Municipal Euclides da Cunha, situada na comunidade Beira do Rio e se ofereceu para ajudar.

Publicado em 12/07/2019 10:04 - Categoria: Educação

Formada em Administração, Dulce Steinmetz, de 53 anos, tem feito a diferença junto a uma pequena comunidade situada às margens do Rio Tocantins em Guaraí. Como voluntária, a gaúcha de nascimento já ajudou a alfabetizar mais de 100 crianças, oferecendo aulas de reforço, inclusive no período de férias.

 

Em 2017, após a conclusão dos estudos das filhas, Dulce procurou a Escola Municipal Euclides da Cunha, situada na comunidade Beira do Rio e se ofereceu para ajudar. Desde então, a voluntária realiza aulas de reforço, atuando principalmente com os alunos que possuem maior dificuldade no aprendizado.

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Guaraí

Crianças participam das aulas de reforço que acontecem uma vez por semana.

 

Moradora da comunidade e mãe de dois alunos que participam das aulas de reforço, Edileuza Moura Brito, confessa que o trabalho da voluntária está sendo de grande relevância para seus filhos. “Eles estão se sentindo acolhidos, amados e o melhor de tudo, essa ação está favorecendo o aprendizado deles”, revelou.

 

De acordo com a coordenadora das Escolas do Campo da Secretaria Municipal de Educação de Guaraí, Professora Sebastiana Salva Ferreira Araújo, Dulce já alfabetizou mais de 100 alunos. “Desde aprender a ler ou até mesmo soletrar as palavras e, por fim, a alfabetização desses alunos com maior dificuldade”, disse.

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Guaraí

Voluntária já ajudou na alfabetização de mais de 100 crianças da comunidade.

 

“Às vezes recebo as crianças na minha casa, vivencio seus problemas familiares, seus desejos e suas carências. Tenho aprendido muito com eles também. Sinto que eles gostam das aulas e isso é o que me motiva a continuar. O melhor de tudo é que estão aprendendo, isso faz toda a diferença”, afirma a voluntária.

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