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Cientistas pesquisam vacinas contra o coronavírus ao redor do planeta, incluindo no Brasil


Foto: Ilustração/Internet - Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem pelo menos 20 pesquisas neste sentido sendo desenvolvidas, porém a sua aplicação em larga escala ainda pode demorar entre 12 e 18 meses.
Foto: Ilustração/Internet - Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem pelo menos 20 pesquisas neste sentido sendo desenvolvidas, porém a sua aplicação em larga escala ainda pode demorar entre 12 e 18 meses.

Publicado em 17/03/2020 10:23 - Categoria: Saúde
Atualizado em 17/03/2020 10:25 - Escrito por: Marcelo Gris

Uma das grandes prioridades de cientistas e pesquisadores espalhados por todo o planeta, incluindo no Brasil, é encontrar a vacina que previna ou cure a infecção pelo novo coronavírus (Covid-19). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem pelo menos 20 pesquisas neste sentido sendo desenvolvidas, porém a sua aplicação em larga escala ainda pode demorar entre 12 e 18 meses.

 

Entre as pesquisas que estão sendo desenvolvidas, destaca-se a realizada pelo Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O líder deste estudo é o renomado médico Jorge Kalil, ex-diretor técnico do Instituto Butantã, com mais de 30 anos de experiência na área de produção de vacinas.

 

Outro estudo que vem apresentado bons resultados é o que está em desenvolvimento no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Neste caso, os primeiros testes em humanos já estão sendo realizados com um grupo de 45 voluntários saudáveis, que serão monitoradas por um período de seis semanas. Se tudo correr bem nesta fase, outros testes ainda vão ser realizados.

 

Em Israel há um esforço conjunto para desenvolver opções de vacinas que poderão ser administradas via oral. A ideia é que estes medicamentos possam ser testados em humanos já nas próximas semanas. Diferentemente dos estudos brasileiro e americano, os estudos israelenses se baseiam em pesquisas pré-existentes já desenvolvidas com outros tipos de coronavírus.

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